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Você sabe de que forma o endocrinologista pode ajudar?

Postado 2016/03/21

Conheça, aqui, alguns dos campos de atuação desse especialista:

Obesidade: A obesidade representa um risco para a saúde das crianças e dos adultos. O tratamento orientado pelo especialista evita uma série de complicações, como as cardiovasculares e as ortopédicas.

Andropausa: Os hormônios masculinos podem diminuir quando o homem envelhece. Nesse caso, algumas pessoas podem sentir cansaço, diminuição da força muscular e disfunção sexual, necessitando da ajuda do especialista para fazer reposição hormonal.

Colesterol e Triglicerídeos: A alimentação errada e algumas doenças podem levar ao aumento do colesterol e dos triglicerídeos em adultos e crianças. Com um tratamento adequado, o risco de futuras complicações cardiovasculares é reduzido.

Crescimento: Uma criança saudável tem um crescimento normal. O crescimento deficiente ou excessivo pode ocorrer em função de alterações hormonais, nutricionais ou genéticas.

Diabetes: Se você tem excesso de peso, parentes com diabetes, hipertensão ou alterações de gordura no sangue, procure um endocrinologista. Você poder desenvolver diabetes! Mas se você bebe muita água, urina muito e perde peso pode estar diabético.

Distúrbios da Menstruação: Alterações do ciclo menstrual (falta de menstruação ou menstruação mais de uma vez ao mês) podem significar problemas hormonais. Por isso, necessitam de investigação e tratamento adequado.

Distúrbios da Puberdade: Crianças que desenvolvem precocemente pelos pubianos, odor axilar e desenvolvimento das mamas, apresentam distúrbios hormonais e necessitam avaliar a origem do problema. Os adolescentes que não desenvolvem essas características também necessitam de uma avaliação.

Doenças da Glândula Supra-Renal: Aumento de peso, estrias avermelhadas, pelos excessivos, pressão alta ou baixa, puberdade precoce, além do escurecimento da pele podem significar problemas na glândula supra-renal.

Excesso de Pelos: Mulheres com excesso de pelos na face (hirsutismo), acne ou amento da musculatura, podem estar com produção excessiva de hormônios masculinos.

Osteoporose: Trata-se de uma doença endócrina. Dores nos ossos e fraturas frequentes podem significar enfraquecimento ósseo. Procure o seu endocrinologista. Ele pode diagnosticar e indicar o tratamento mais adequado.

Reposição Hormonal da Menopausa: A reposição hormonal é um tratamento eficaz, feito com hormônios iguais ao da própria mulher, para amenizar o desconforto e os riscos causados pela menopausa.

Tireoide: Nódulos ou aumento de volume do pescoço; nervosismo; insônia e alterações no ritmo intestinal; coração acelerado; perda ou ganho de peso;e excesso de frio ou calor podem revelar distúrbios da tireoide.

Ou simplesmente, se você deseja colocar seus hormônios em níveis ótimos e potencializar sua qualidade de vida ou seus treinos.

Dra. Juliana Valverde 
CRM 52.92978-6
Médica formada na Escola de ciências médicas de Volta Redonda e Pós Graduadda em Endocrinologia e Metabologia pela faculdade IPEMED de Ciências Médicas.
Agendamento: (21) 3597-0800/(21) 97937-0800
facebook: www.facebook.com/drajulianavalverde
Instagram: drajuvalverde

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Como a saúde bucal da gestante pode interferir no nascimento do filho

Postado 2016/03/07

Que cuidar da saúde bucal faz parte do rito diário de higiene, todo mundo sabe. O que talvez poucos lembrem é a importância de zelar por isso durante a gravidez. Apesar de alguns procedimentos serem contraindicados durante o período, a atenção deve ser redobrada, pois um descuido pode, inclusive, provocar um parto prematuro.

A boca é a porta de entrada para muitas doenças e, por isso, necessita ser tratada junto com a saúde geral da mulher. Bons hábitos de higiene bucal e uma alimentação saudável são os pontos de partida para uma gestação segura. 

O organismo da gestante passa por uma grande variação hormonal e isso promove uma série de importantes alterações relacionadas à cavidade bucal. Dentre elas, podemos citar hiposalivação, facilidade de desenvolvimento de gengivite, enjoos que dificultam a higiene bucal. Essas alterações podem aumentar a incidência de cárie e desenvolver doença periodontal. Porém, tomando os devidos cuidados, pode-se ter controle sobre isso.

 

 

Para fugir desses problemas, a dentista orienta que seja feita uma escovação correta após as refeições, associada ao uso do fio dental e de creme dental com flúor. Também é recomendado reduzir o consumo de açúcar e manter a rotina de visitas ao dentista. Além disso, as futuras mamães podem procurar especialistas para fazer um pré-natal odontológico, que consiste em manobras orientadoras e preventivas para a manutenção da saúde do bebê, com vistas à integridade dos dentes, equilíbrio e harmonia da face.

A gestação não é causa direta de problemas bucais. Entretanto, as alterações hormonais que ocorrem no período podem favorecer condições pré-existentes e gerar desconfortos à mulher.

Fora esse desconforto, algumas complicações na boca podem acarretar no nascimento prematuro do bebê, como ocorre no caso da periodontite, processo inflamatório crônico de todos os tecidos localizados ao redor dos dentes.

A placa bacteriana presente, composta por microorganismos que podem migrar para a corrente sanguínea, ocasionando a liberação de prostaglandinas (ácidos graxos com atividade hormonal), favorecendo antecipação do parto.

Durante a gravidez, a mulher pode realizar procedimentos básicos de higiene, como profilaxias (limpeza) e restaurações. Já o tratamento de canal ou pequenas cirurgias devem ser adiados, sendo indicados somente em casos urgentes.

Depois do parto, a mãe deve ficar atenta à boca do recém-nascido, que precisa ser higienizada com uma gaze umedecida com água filtrada após cada mamada. Gengivas, língua e bochechas devem fazer parte do ritual de limpeza para retirada dos resíduos do leite materno.

Outro fator importante, quando o bebê já cresceu um pouquinho e deu início ao consumo de alimentos variados, é não experimentar a comida da criança antes de levar a boca da mesma, pois pode ocorrer transferência de bactérias – orienta Mariana.

Dedeiras e escovas pequenas e macias devem ser incorporadas à rotina diária logo após a erupção do primeiro dente.

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Comer placenta não traz benefícios à saúde, diz estudo

Postado 2015/06/10

Pesquisadores dizem não haver evidências de que prática tenha impactos positivos como ser fonte de ferro ou ajudar a amamentação.

 

Cozida, em cápsulas ou in natura – ingerir placenta após o parto está se tornando cada vez mais popular, especialmente após celebridades como Kourtney Kardashian e a atriz January Jones terem aderido à prática e dizerem ter sentido vários efeitos positivos.

Mas um levantamento feito por pesquisadoras americanas concluiu que não há benefícios em se comer placenta, seja qual for a maneira como foi preparada.

O estudo feito na Faculdade de Medicina de Northwestern, em Chicago, analisou dez pesquisas sobre o tema publicadas recentemente e disse não ter encontrado evidências de que o consumo de placenta ofereça proteção contra depressão pós-parto, ou que reduza dores, dê mais energia, ajude na amamentação, promova a elasticidade da pele, auxilie no vínculo entre mãe e bebê nem tampouco seja fonte de ferro para a mãe, como muitos acreditavam.

O Royal College of Midwives, associação britânica que reúne as parteiras do país, defende que ingeri-la ou não deve ser uma decisão da mulher.

Riscos
Uma das responsáveis pelo levantamento, a especialista em reprodução Crystal Clark, diz justamente que é ainda mais grave o fato de não haver estudos analisando os possíveis riscos dessa prática.

"Os relatos de mulheres que sentiram os benefícios em se comer placenta são muito subjetivos e não há uma pesquisa sistemática sobre os benefícios e os riscos da ingestão de placenta", disse Clark.

"A popularidade de se comer a placenta vem crescendo enormemente nos últimos anos. Nossa impressão é a de que as pessoas não estão tomando suas decisões baseadas em evidências científicas ou em conversas com seus médicos. Algumas mulheres estão optando por isso baseada em relatos da mídia, em blogs e sites."

A principal responsável pelo estudo, a psiquiatra Cynthia Cole, alerta para o fato de não haver normas ou recomendações sobre como armazenar e preparar a placenta. "Muitas mulheres estão comendo placenta sem detalhes sobre os potenciais riscos para elas mesmas e seus bebês."

No entanto, Louise Silverton, do Royal College of Midwives, disse que não há evidências suficientes para desaconselhar o consumo de placenta.

"Isso tem de ser uma decisão da mulher, se ela optar por fazê-lo", afirma. "Elas precisam estar cientes de que, como qualquer produto que é ingerido, placentas podem estragar. Então é preciso cuidado em como armazená-la."

Além disso, ela diz que se uma grávida está pensando nessa opção, ela deve discutir com sua parteira antes do parto, para que as providências necessárias sejam tomadas.

A ginecologista Daghni Rajasingam, porta-voz do Colégio Real de Obstetras e Ginecologistas, disse que apesar de a placenta ser muito rica em fluxo sanguíneo, há riscos em ingeri-lo.

"O que a mulher faz com a placenta é decisão delas – mas eu não recomendaria que elas a ingerissem."

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Cinco benefícios de beber água em jejum

Postado 2015/04/17

Líquido melhora funcionamento do cérebro e Japão até prescreve 'terapia da água'.

 

 

 

 

A maior parte do organismo humano é formada por água, 75% dos músculos é água, por exemplo. Portanto, é importante consumir uma boa quantidade de água diariamente para manter a saúde.

 

Com a ingestão de água provocamos uma diurese maior, o que favorece a eliminação de toxinas e previne algumas doenças.

Os especialistas vão mais longe e insistem na importância do consumo da água em jejum. Mas por que?

Segundo o Instituto Europeu de Hidratação, a água é o solvente que permite muitas das reações químicas vitais do organismo, ajudando a manter as funções corporais.

Confira abaixo uma lista dos benefícios, segundo o instituto.

 

Cinco benefícios do consumo de água em jejum:
1. Uma hidratação adequada é importante para o funcionamento correto do cérebro. Quando estamos hidratados adequadamente, as células do cérebro recebem sangue oxigenado e o cérebro permanece alerta.

2. O consumo adequado de água é essencial para o bom funcionamento dos rins, ajudando-os a eliminar através da urina os resíduos e nutrientes desnecessários.

3. A água melhora o trato digestivo, já que é necessária na dissolução dos nutrientes para que estes possam ser absorvidos pelo sangue e transportados para as células.

4. A água também é uma grande aliada da pele, ajudando a manter a elasticidade e a tonicidade.

5. A água também atua como um lubrificante para os músculos e articulações: ajuda a proteger as articulações e também o melhor funcionamento dos músculos.

Carmen García Torrent, nutricionista e licenciada em Ciência e Tecnologia dos Alimentos, afirmou que o recomendável é tomar de um a dois copos de água em jejum e, em seguida, continuar bebendo o líquido o resto do dia até chegar aos dois litros.

A nutricionista também afirmou que, depois da ingestão de água, é preciso esperar pelo menos dez minutos antes de fazer alguma refeição para que a água possa atuar sobre o corpo.

Terapia
A prática do consumo de água com o estômago vazio é muito popular no Japão e os japoneses seguem o que se conhece como "Terapia da Água".

Apesar de não haver estudos que verifiquem isto, a Associação Médica do Japão afirma que este tratamento é eficaz para várias doenças, entre elas, problemas cardíacos.

E, abaixo, veja como é esta terapia.

- Ao acordar, beba quatro copos de água, antes até de escovar os dentes.

- Não se pode beber mais nada até 45 minutos depois de beber a água.

- Passado este tempo, a pessoa pode comer e beber normalmente.Até duas horas depois do café da manhã também não se pode comer nem beber nada.

- A água deve estar na temperatura ambiente ou morna, preferivelmente. E não deve conter flúor ou outros químicos.

Efeitos negativos
A sede é um reflexo da desidratação e, por isso, é aconselhado não esperar sentir sede para beber água.

Mas, segundo a nutricionista Carmen García Torrent, ingerir água em excesso também é prejudicial.

"Beber mais de três litros de água pode ter efeitos negativos para saúde."

"Ao urinar, a pessoa não elimina apenas água, também perde sais minerais. Se beber muita água, faz os rins trabalharem mais sem necessidade", disse.

De qualquer forma, Carmen afirmou que é muito raro que as pessoas cheguem a beber três litros de água por dia, a não ser nos casos em que a pessoa faça muito exercício e o clima esteja muito quente.

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Quanto vale um dente

Postado 2015/02/23

É importante que os dentistas e as pessoas em geral se façam esta pergunta quando vão considerar investir seu dinheiro em tratamentos odontológicos. Quanto vale um dente? Quanto vale seu sorriso? Você já pensou nisso? Por quanto você venderia o seu sorriso? Você que tem todos os dentes na boca, bem cuidados e conservados, deve pensar “meu sorriso não tem preço!” Aí na hora de fazer um tratamento odontológico muita gente reclama que sai absurdamente caro. Será mesmo?

O Brasil é um país em que 53% de sua população faz parte dessa tal “nova classe média” que tem renda mensal de R$ 291,00 a R$ 1.019,00. A gente entende que muita gente não consegue pagar por um tratamento odontológico mais caro, como grandes reabilitações com implantes dentários. Porém, a gente vê que todo mundo tem celular. E não é celular porcaria não. O Brasil é o 4º país em número de Smartphones no mundo! Só fica atrás da China,  dos EUA e do Japão. Por outro lado, somos um país de desdentados, com uma grande oferta de dentistas. Aí que entram as prioridades de cada um.

Quanto vale seu dente da frente? R$ 100,00 ? R$ 1.000,00 ? R$ 2.500,00 ??? Você consegue sair na rua sem seu dente da frente ???? Quando o dentista fala nessas cifras, muitos pacientes ficam assustados de início. O que temos que lembrar é que estamos trabalhando com saúde, com materiais nobres e caros também. Existe o preço a ser pago pelo trabalho laboratorial do protético, que em muitos casos é quase que artesanal. Ter os dentes devolvidos pelo dentista implica na devolução do sorriso, da mastigação, da saúde, da paz de espírito, da sua beleza e do seu convívio social. 

Eu, como dentista, vejo muito a comparação – “Nossa. Para arrumar minha boca vai me custar o preço de um carro”. Depende do caso, pode acontecer sim. Às vezes é o preço do descuido e descaso de anos sem cuidar da boca. Agora, me fala uma coisa: Você está comparando um carro que vai te trazer custos de manutenção e seguro, que desvaloriza 20% assim que você sai com ele da concessionária e que você vai vender dali a cinco anos por pouco mais da metade do valor que você pagou com uma boca sorridente e funcional? Se eu tiver com um carro na garagem e sem o dente da frente, não me adianta nada, porque eu não saio na rua !!! 

Tem gente que não se importa. Anda para lá e para cá desdentado. O ser humano se acostuma com a sua situação. Aí quando começa a tratar, percebe o quanto aquilo fazia falta. Ter os dentes de volta significa poder rir sem colocar a mão na frente da boca, poder comer um churrasco sem ficar “chupando” os pedaços de carne, ter uma vida social agradável, mastigar os alimentos corretamente, evitando problemas do trato digestivo, beijar na boca, namorar, esbanjar saúde e beleza apenas abrindo a boca. 

Nossa nobre profissão de dentista precisa de mais valorização por parte todos, inclusive do próprio profissional. Cobrar consulta. Fazer diagnóstico correto com tempo e exames complementares. Cuidar do paciente. Ter tempo de consulta para orientar e conversar sobre saúde bucal. Dar suas recomendações. Vender saúde e bem estar. 

 

 

Fonte: Dicas Odonto

 

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O turismo e a Odontologia

Postado 2014/11/03

O turismo talvez seja o item de consumo de maior demanda positiva entre os brasileiros. Praticamente 10 em

cada 10 brasileiros, se perguntados sobre, se tivessem condições, o que gostariam de fazer, a grande maioria

diria que deseja viajar e conhecer outros lugares. Por esse motivo, com a ascensão da classe C, junto com

empresas que facilitam o acesso à compra, e passagens promocionais, o turismo vem sendo algo que cresceu

muito nos últimos anos.

Mas até aí tudo bem. Mas o que a odontologia ou meu dentista teriam a ver com isso? Eu respondo: tudo!

Vamos analisar qualquer viagem de qualquer pessoa. O que se busca é paz, tranquilidade, felicidade, relaxar,

diversão, conhecer pessoas, enfim, coisas positivas. Com isso batemos o recorde de fotografias para eternizar

aqueles momentos felizes com nossos amigos ou família. E já percebeu como as fotos ficam mais bonitas? COM

AS PESSOAS SORRINDO! Simples assim. Então, vale muito a pena ter um controle periódico no seu dentista,

para a manutenção e melhora do sorriso.

O tempo no qual o dentista era visto como um “carrasco” acabou. Hoje, a abordagem com nossos pacientes é

focada na PREVENÇÃO e também na EDUCAÇÃO. Um paciente só terá discernimento sobre os BENEFÍCIOS

gerados pelo controle e manutenção odontológica quando o dentista desmistifica o tratamento, explicando o que

será feito. Além do que, um trabalho preventivo é muito mais agradável.

Muitos não tem a noção que a fórmula mágica do rejuvenescimento pode ter uma ajuda do dentista. Com a

expectativa de vida da população aumentando cada vez mais, a procura por tratamentos preventivos que

retardem o processo de envelhecimento cada dia aumenta mais. O cuidado periodontal (limpeza periódica)

associado a clareamento dental (que precisa de manutenção periódica para se manterem claros), perfazem

pessoas terem o sorriso melhorado, e com isso sua autoestima. Desde abril, através da resolução do CFO

146/2014, o dentista está habilitado para uso da toxina botulínica em qualquer região da face (a área de atuação

do dentista vai da linha capilar, na testa, até a região supra-hióide, no pescoço). O botox é apenas uma marca

comercial mais conhecida, mas existem outras toxinas botulínicas com a mesma eficácia. A Harmonização e

relaxamento dos músculos faciais complementam o processo para frear os efeitos (não desejados) da idade

avançando. Quanto mais cedo se iniciar essa prevenção, por volta de 30 anos, melhores serão os resultados.

Envelhecer é inevitável. Os sinais do envelhecimento são opcionais...

Quando conseguimos PREVENIR O ENVELHECIMENTO com o conjunto: Clarear os dentes , manter a saúde das

gengivas e tecidos de suporte (controle periodontal) e suavizando as marcas de expressão e rugas faciais,

conseguimos desta forma fazer com que sua viagem (e vida pessoal, é claro), seja potencializada pela melhora de

auto estima, dias mais felizes serão registrados em suas fotografias de recordação, maior segurança em conhecer

pessoas novas, quem sabe novos amores...

Então, antes de arrumar as malas para uma viagem, inclua no seu check list uma visita ao dentista. Afinal,

ninguém vai querer sair feio na foto!

 

Por: Dr. Eduardo Picanço, MSc

Mestre em Reabilitação Oral e Especialista em Implantodontia

Sócio-diretor do CROME – Centro de Reabilitação Oral, Medicina & Estética

Imortal da Academia de Odontologia do Rio de Janeiro (cadeira 17)

Coordenador regional do projeto social “dentista do bem” (RJ)

Membro da Academy of Osseointegration (AO-USA) e American Dental Association (ADA-USA)

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Entenda as causas da pele oleosa e como se proteger do problema

Postado 2014/10/17

Existem diversos tipos de pele: a seca (aspecto ressecado), a mista (aspecto seco nas bochechas, e oleoso na região da testa, nariz, e queixo) e a oleosa que apresenta a aparência brilhante e presença de secreções sebáceas. Os brasileiros sofrem mais com o tipo de pele oleosa e brilhante, nem sempre representando maus cuidados da mesma. A pele oleosa é causada pelo excesso de produção de sebo pelas glândulas sebáceas e acarreta na maior propensão ao surgimento das espinhas e dos cravos, e normalmente atinge até 90% das mulheres jovens. 

A pele elimina quantidades mínimas, porém constantes, de gordura que formam junto com o suor, uma película que cobre e protege a camada córnea, contribuindo para sua coesão, lubrificação e proteção da pele. Quando as glândulas sebáceas produzem mais sebo que o necessário, a pele torna-se gordurosa e torna brilhante, com poros dilatados principalmente nas regiões central da face, nariz, bochechas e queixo. Algumas doenças podem estar associadas à pele oleosa, tais como a acne, a rosácea, a dermatite seborreica e a chamada hiperplasia sebácea. 

A oleosidade da pele pode depender da constituição genética do indivíduo ou por desequilíbrios hormonais ocasionais. Há que se considerar também as causas externas, como o uso de produtos inadequados à pele, falta de higiene, alimentação gordurosa, fatores que estimulem a produção de sebo como ambientes de trabalho quentes, mal ventilados ou a exposição aos vapores de óleos. Além da produção em excesso do sebo, o excesso de sol, a má alimentação e até mesmo a mudança climática podem interferir no tipo de pele. 

 

Um hormônio associado ao estresse, um neuropeptídeo, pode afetar a liberação de óleos na pele e ser considerada como uma causa potencial de problemas cutâneos, como pele excessivamente oleosa ou seca, explicando a relação entre o estresse e o aparecimento da acne. No entanto, o efeito do hormônio sobre a pele também foi influenciado pela presença de outros hormônios, como o do crescimento e a testosterona, indicando que a interação é mais complicada do que a simples relação causa e efeito. Um dos exemplos mais frequentes é a sua relação com o período menstrual e a adolescência culminando com a presença de cravos e espinhas. 

Que cuidados é preciso ter para que a pele oleosa fique sob controle?

Manter uma boa higiene é fundamental. Além disso, escolher os produtos que normalizem a secreção sebácea por possuírem ação calmante e suavizante da superfície, muitas vezes espessa e irritada. Devemos considerar este tipo de pele como sendo frágil e utilizar produtos adequados que não retirem em excesso a gordura da superfície nem causem irritação. A tentativa de se retirar toda a gordura pode provocar um efeito rebote e estimular uma maior produção de gordura para a proteção da pele. 

Para a higiene da pele, devemos escolher detergentes neutros, evitar os muito ácidos ou alcalinos e usar emulsões com baixo teor de gordura. Os produtos e ativos mais importantes são sabonetes e adstringentes com enxofre, sulfacetamida, piroctone olamina, zinco ou ácido glicólico. A maior produção desse sebo é realizada durante a noite, por isso é crucial que a pele seja higienizada antes de dormir, e caso use maquiagem, não esqueça de retirá-la completamente toda noite. Procure utilizar produtos sem álcool para retirar a maquiagem, existem diversos demaquilantes no mercado com a fórmula isenta da substância. Outra alternativa para quem deseja eliminar o aspecto oleoso da pele é a realização de esfoliação conforme orientação dermatológica. 

Tonificar a pele com produtos que contenham o hamamélis, calêndula, hortelã, cânfora ou mentol para o controle da oleosidade e para promover uma ação anti-inflamatória. E, finalmente, a hidratação, erroneamente deixada de lado por quem possui pele oleosa, também deve entrar na etapa final do processo, sem esquecer da proteção solar, especialmente produzidos para esse tipo de pele, os chamados oil-free. 

 

 

Fonte: Yahoo!

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Diastema: dente separado é charme ou problema bucal?

Postado 2014/10/02

Na infância os dentes separados não comprometem a saúde bucal na maioria dos casos, depois disso, precisa de tratamento.

 

 

Diastema, também conhecido como “dentes separados”, é o espaço entre dois dentes (na maioria dos casos, nos dois superiores da frente) que algumas pessoas acham defeito estético e outras um verdadeiro charme. Lara Stone - A top holandesa está em as dez modelos mais bem pagas do mundo. Lara Stone - A top holandesa está em as dez modelos mais bem pagas do mundo.

O diastema, que na verdade pode ocorrer em qualquer lugar da arcada superior ou inferior, nem sempre é sinal de problemas com a saúde bucal. “Se o diastema for nos dois dentes da frente, geralmente não há problemas para a saúde bucal e a indicação do tratamento vai depender da necessidade estética ou do comprometimento da dicção”, diz Patrícia de Freitas, professora do Departamento de Dentística da Faculdade de Odontologia da USP.

Agora, se o diastema for nos dentes posteriores, que têm a função de mastigação, o problema deixa de ser estético e passa a ser perigoso para a saúde da boca. Isso porque o espaço entre os dentes vai servir de “esconderijo” de muitos restos alimentares, o que pode causar dor e inflamação da gengiva. “Se a inflamação persistir sem tratamento, pode ocorrer perda de osso ao redor do dente e ainda comprometer a permanência dele na arcada”, diz a especialista. 

 

Diastema e as fases da vida


Georgia May Jagger - Novo rosto de sucesso entre fotos e passarelas, Georgia May Jagger, filha do vocalista do Rolling Stones Mick Jagger, está dando o que falar com seu gap teeth.Georgia May Jagger - Novo rosto de sucesso entre fotos e passarelas, Georgia May Jagger, filha do vocalista do Rolling Stones Mick Jagger, está dando o que falar com seu gap teeth.Na infância, o diastema é bastante comum, sendo presente em quase 80% das crianças. Nessa fase, os dentes separados não comprometem a estética e até dão uma certa graça ao sorriso dos pequeninos. “Além disso, a presença do diastema na dentição de leite ajuda positivamente o alinhamento espontâneo dos dentes frontais superiores permanentes durante a dentição mista”, diz Patrícia. Segundo a especialista, com o passar do tempo, esse diastema regride e fecha-se espontaneamente ao final da dentição mista. 

Já com a dentição totalmente permanente, o diastema pode ser causado pela diferença de tamanho dos dentes que nasceram ou pela falta de alguns deles na arcada. A demora na troca dos dentes de leite por permanentes, por fatores genéticos, hereditários ou ainda hábitos bucais de sucção como chupar o dedo ou chupeta também podem causar a separação dental.

 

Tratamentos
Como não é possível evitar o diastema, a melhor opção é procurar o tratamento ideal.  Entre as opções estão os aparelhos ortodônticos ou as restaurações estéticas com resina ou cerâmica. No caso dos tratamentos com restaurações é pouco provável que o diastema volte. Porém, no caso do uso do aparelho ortodôntico o acompanhamento de um dentista é fundamental. 

 

 Madonna sempre representou a gama de mulheres confiantes com seus dentes separados. Madonna sempre representou a gama de mulheres confiantes com seus dentes separados.

 

 

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A Evolução dos Dentes

Postado 2014/09/29

Os humanos têm trocado alimentos in natura por processados e ricos em carboidratos. A boca paga o preço

 

Dentes, gengivas e mandíbulas sofrem com a alimentação moderna. A espécie humana passou de dietas que continham sementes duras, tubérculos, frutas e carne, para outra com alimentos processados, açúcar e refrigerantes, muito menos saudável para a cavidade oral. Esse desencontro entre a adaptação e o ambiente é responsável por cáries, doenças gengivais e distúrbios ortodônticos.

Seres humanos não são os únicos a ter dor de dente. Traumas, displasias, cáries, artrites, gengivas inflamadas e cistos são encontrados em todos os primatas e em outros animais, mas costumam ocorrer nas últimas décadas da vida. Da mesma forma, cáries e doença periodôntica eram problemas que afligiam mulheres e homens mais velhos. Fósseis humanos revelam que a prevalência de cáries até 20 mil anos atrás era inferior a 2%. Doenças das gengivas e má oclusão das arcadas dentárias também eram raras na pré-história.

Nossos percalços começaram há 13 mil anos, quando surgiu a agricultura. Cerca de 9% dos neolíticos, os primeiros agricultores, já apresentavam cáries, resultado de uma alimentação mais rica em carboidratos. Curiosamente, os esqueletos escavados em Amarna, no Egito, que viveram entre 1350 e 1330 a.C., mostravam dentição de boa qualidade até envelhecerem. Embora ingerissem mais carboidratos na forma de pães rústicos, suas dietas incluíam sementes e fibras que ajudavam o desenvolvimento da mandíbula.

A mastigação estimula o crescimento da parte alveolar do osso (camada que circunda as raízes dos dentes), tornando o maxilar inferior mais forte e mais longo e permitindo que as superfícies dos quatro incisivos superiores se encontrem com as dos inferiores, durante a mastigação. Como os alimentos mais tenros de hoje impedem que a mandíbula atinja o desenvolvimento pleno, os incisivos inferiores ficam mais retraídos em relação aos superiores, causando dificuldades na mordida.

Menos de 10% dos europeus apresentavam dentes cariados até Alexandre, o Grande trazer o açúcar no século 4º a.C. A partir de então, as cáries se disseminaram pela Grécia, por Roma e pela Idade Média, mas o pico de incidência aconteceu entre 1800 e 1850, quando os ingleses começaram a importar açúcar em quantidades maiores. O açúcar alimentou a Revolução Industrial, que marcou a transição da agricultura para a economia centrada nas máquinas.

Na metade do século XX, entre 50% e 70% dos habitantes dos Estados Unidos e da Europa desenvolvida tinham dentes cariados, situação que só melhorou com a fluoretação da água. No fim desse mesmo século, dentes superpostos, encavalados, e má oclusão da mandíbula, alterações anatômicas que exigem correção ortodôntica se tornaram muito mais frequentes.

Pela primeira vez nos últimos 40 anos o número de cáries entre os americanos de 2 a 5 anos voltou a aumentar, fenômeno que os dentistas atribuem ao consumo de salgadinhos e refrigerantes. O mecanismo pelo qual o açúcar refinado danifica a dentição é bem conhecido: ele altera o pH ideal da boca (que é de 5,4), tornando a saliva mais ácida. Essa acidez se soma à dos ácidos produzidos na placa bacteriana, dissolvendo os minerais do esmalte dentário e facilitando as cáries.

A ingestão de açúcar afeta ainda o equilíbrio ecológico entre as bactérias que vivem na boca, como os  Streptococcus formadores de comunidades complexas que, banhadas pela saliva e infiltradas por células do sistema imunológico, formam as placas dentárias. Quanto mais açúcar na dieta, mais bactérias formadoras de placa, mais agressivo é o ataque de células imunologicamente ativas, mais exuberante o processo inflamatório que se instala nas gengivas. Infecções gengivais têm sido associadas a patologias sistêmicas como diabetes e doença cardiovascular.

Embora os especialistas divirjam a respeito das medidas para construir mandíbulas mais fortes e dentição de melhor qualidade, num ponto todos estão de acordo: nossos dentes não estavam preparados para tanto açúcar, doces e refrigerantes.

 

 

 
 
 
 
 

Clareando os dentes com Bianca Anchieta